Ela, Lan Man Yan, a mais destacada soldado de elite do século XXI, incomparável na medicina, de beleza única e extraordinária! Ela, Lan Man Yan, a terceira senhorita do Palácio do Grande Conselheiro,
O céu, envolto em trevas, ostentava apenas algumas estrelas moribundas, enquanto a terra repousava sob um delicado véu negro. Nos arredores das montanhas, envoltos em silêncio absoluto, ecoavam esporádicos uivos baixos de lobos, intercalados por ruídos sussurrantes e sinistros. Sob a tênue luz do luar, tudo parecia banhado por um ar de mistério e inquietude.
Junto a um regato de águas límpidas, uma mulher trajando vestes brancas jazia abandonada na margem. A metade inferior de seu corpo imergia na corrente gelada, enquanto o tronco repousava sobre o leito pedregoso do riacho. Suas roupas estavam rasgadas e manchadas de sangue na altura do peito, o rosto assumia um tom escurecido, os lábios azulados e os olhos cerrados, como se a vida já tivesse se esvaído por completo.
O lado esquerdo de seu rosto era de uma beleza delicada e cativante: sobrancelhas arqueadas, traços firmes e elegantes que transmitiam uma energia incomum para uma mulher. Mesmo de olhos fechados, podia-se imaginar o esplendor que revelariam ao se abrirem. Cílios longos e delicados repousavam suavemente, nariz bem delineado, lábios rubros – aquela metade do rosto era tão perfeita que parecia obra-prima dos deuses, de uma beleza capaz de tirar o fôlego.
Entretanto...
O lado direito era aterrador. Uma mancha vermelha e negra, alternando cores, cobria a bochecha, inchada e disforme, criando um contraste gritante com a outra metade do rosto, como se o próprio yin e yang ali tivessem se materializado, uma diferença abissal.
A marca grotesca, dominando quase toda a face, tornava sua