Morta em um acidente de carro, Sheng Jun viaja de volta à antiguidade carregando o sistema de gerenciamento de supermercado. Ela achava que teria que abrir um supermercado na antiguidade, mas não espe
Em algum lugar tranquilo nas profundezas da montanha, um grito fraco soou de forma especialmente clara:
— Tia, aconteceu uma desgraça, o Suan comeu cogumelos venenosos, está quase morrendo...
Quem gritava era um rapaz magro de rosto amarelado, onde quase não havia carne, só ossos recobertos por uma fina pele. O corpo esguio dificultava saber sua idade, talvez sete ou oito anos, mas andava com a dificuldade de um velho, arrastando-se passo a passo.
Pisando no chão árido e seco, custou a chegar à entrada de uma caverna, de onde saiu apressada uma mulher de meia-idade, com aparência doentia, perguntando com voz rouca:
— Onde está o Suan?
Era a tia a quem o menino chamara, mãe do Suan. Seu corpo estava inchado, a pele tinha um tom arroxeado doentio e os passos eram vacilantes. Quase caiu ao sair da caverna, mas se manteve de pé por um fio, os olhos fundos e duros cravados no menino à sua frente, repetiu com voz cortante, usando toda a força:
— Perguntei, onde está o Suan!
O menino, parado e apático, assustou-se com o grito, como se tivesse levado uma picada. O olhar disperso ganhou foco, engoliu em seco e conseguiu dizer, abrindo os lábios secos:
— O Suan está sendo carregado pelo irmão Daniu, já está chegando!
A mulher ouviu e o coração quase pegou fogo de desespero, não quis mais perguntas, desviou do menino e olhou ansiosa ao longe. Enfim, avistou duas figuras se aproximando.
Antes que pudesse correr até eles, ouviu Daniu dizendo:
— Tia, o Suan não está nada bem. Vou direto levá-lo ao Doutor Zhao, a senhora