Ao optar por se tornar o jovem Nagato através de um sistema traiçoeiro, fui incumbido de uma missão final igualmente enganosa. Não importa qual seja exatamente essa missão; por ora, decidi corrigir tu
— Nagato, acorde.
— Hm... Yahiko... bom dia...
Yahiko parou por um instante ao ouvir isso e sorriu radiante.
— Sim, bom dia, Nagato. Prepare-se, vamos sair.
— Hm...
Enquanto observava Yahiko se afastar, o pequeno Nagato encolheu-se um pouco, mas não havia problema algum, pois ele sempre fora assim.
No entanto, o que habitava agora o corpo de Nagato não era sua alma original, mas sim a de um viajante de outro mundo, alguém que fora enganado por um sistema estranho. Sobre como ocorreu essa travessia, não vale a pena comentar; o importante é falar sobre esse tal sistema. Antes de enviar o protagonista para outro mundo, o sistema apresentou-lhe uma série de opções.
Havia inúmeras alternativas e grande liberdade de escolha: atravessar com o próprio corpo, renascer, possuir alguém — tudo aceitável, dentro do normal. Mas também havia opções absurdas: troca de gênero, tornar-se membro de outra raça, transformar-se em criatura elemental ou mesmo em morto-vivo.
Chang Meng... cof, cof... assim era chamado originalmente, viu tantas opções e achou melhor escolher algo comum. Selecionou a travessia com o próprio corpo e, ao avançar, deparou-se com uma infinidade de mundos: animes, jogos, até séries e romances, havia de tudo. Percebeu então que podia voltar atrás e decidiu explorar a travessia por possessão. Ali, as opções eram nomes de pessoas. Isso sim era interessante: dentro de um mesmo mundo, havia várias alternativas. Mas Chang Meng tinha um objetivo claro. Procurou diretamente por Nagato... e descobriu que todos os resultados eram