“A mulher que está na minha cama não tem permissão para pensar.” Ele era um homem de ferro, dominante e implacável, que comprou o direito sobre o corpo dela por sete dias. Apesar de sua gentileza e cu
Ela jamais esqueceria aquela mulher, com o rosto erguido, o olhar arrogante de desprezo, considerando-as como lama vil sob seus pés!
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Era uma manhã de verão, abafada e opressiva, com nuvens escuras pendendo no céu cinzento, ameaçando tempestade.
Na estrada asfaltada, uma jovem caminhava com passos cansados, arrastando-se lentamente. Ao seu lado, uma menina de cerca de seis anos seguia, muito dócil, segurando firmemente a barra da blusa da mãe.
A mulher tinha sobrancelhas ralas, olhos fundos e lábios sem cor, o rosto pálido e frágil ao extremo. Mas quem olhasse com atenção perceberia nela traços delicados: sobrancelhas bem desenhadas, olhos amendoados, um queixo fino que inspirava compaixão, e uma beleza natural, sem maquiagem, pura como a neve. A menina ainda era muito jovem, com o rosto rechonchudo de criança, e um ar de inocência que lembrava a mãe em muitos aspectos.
“Mamãe, para onde vamos? Estou com fome.” A menina levantou a cabeça, olhando para a mãe com olhos grandes e expressivos.
“Coco, querida, espere só um pouco, logo mamãe vai levar você para comer.” A mulher agachou-se, acariciou com ternura os cabelos da filha, levantou-se e, segurando sua mão, continuou a caminhar.
Elas chegaram ao fim da estrada, diante de uma mansão luxuosa, onde se ajoelharam sem hesitação.
Os empregados da mansão, ao ver aquilo, não ousaram interferir, limitando-se a cuidar de seus afazeres, obedecendo à regra de não se meter em questões alheias.
“Mamãe, vamos embora, não precisamos pedir nada a eles!” Apesar da pouca idade, a m