Ailin transmigra para o mundo de Panlong, encontra uma Spark de Deus Soberano. ...Neste mundo sempre há pessoas sortudas, por que não pode ser eu. ——Ailin Duncan
No plano de Brinya, existe um continente cuja extensão ultrapassa bilhões de milhas quadradas, conhecido como Continente Brinya. Além desse vasto território, há apenas o mar infinito, pontilhado por inúmeras ilhas de diferentes tamanhos.
No limite extremo do mar sem fim encontra-se a borda do plano de Brinya, uma região dominada por forças selvagens e caóticas, onde até mesmo os elementos do mundo parecem se tornar instáveis. As águas revoltas do oceano batem incessantemente contra as margens do plano, como se mergulhassem num vazio insondável, e vez ou outra retornam desse abismo, criando um espetáculo fascinante. O mais aterrador são as minúsculas fissuras naturais que ocasionalmente se formam nessa fronteira, uma visão assustadora.
Nem mesmo os poderosos do Santuário do plano de Brinya ousam aventurar-se por ali.
A cerca de dez milhas dessa borda marítima, encontra-se uma pequena ilha flutuando sobre as águas. Chamar de “ilha” é quase exagero, pois a área não passa de mil ou dois mil metros de diâmetro.
Sobre essa “ilha” ergue-se uma construção semelhante a uma casa de campo, com um pequeno jardim onde crescem verduras e frutas variadas. Apesar da proximidade com a instável borda do plano, parece haver algum tipo de restrição que impede que as perturbações alcancem esse lugar.
No interior do jardim, Ailin abriu os olhos após a meditação, soltando um suspiro, com um tom de resignação: “A regra da morte é mesmo obscura e difícil de compreender. Não tem a direção clara das leis da água; tateando às cegas, não sei quando conseguirei romper es